Montreal

     
 

 

 
   
     

     
 

História:

O local onde fica a cidade de Montreal era habitado por nativos algonquinos, hurões e iroqueses, por milhares de anos antes da chegada dos primeiros europeus. Os rios e lagos da região eram cheios de peixes, que serviam como alimento aos nativos, além de servir como rotas de transportes.

O primeiro europeu a pisar na atual cidade de Montreal foi Jacques Cartier, que havia navegado o Rio São Lourenço acima, em 1535. Ouvindo rumores numa aldeia iroquesa, onde atualmente está localizada a cidade de Quebec, de que existia ouro na Ilha de Montreal, e impedido de continuar sua exploração rio acima pelas Cataratas de Lachine (geograficamente ao sul de Montreal), Cartier explorou a ilha, avistando uma aldeia iroquesa, Hochelaga, onde viviam aproximadamente mil nativos. A aldeia estava localizada ao pé do Monte Royal. Cartier então fincou uma cruz, a primeira de uma série, em honra ao Rei francês Francisco I, que havia patrocinado a excursão de Cartier. Para a infelicidade do navegador francês, o que os nativos haviam descrito como um "metal brilhante" não passava de quartzo, ou possivelmente pirita (o ouro dos tolos).

Samuel de Champlain foi à Ilha de Montreal duas vezes, em 1603 e 1611, quase um século depois de Cartier. Hochelaga, então, já havia sido abandonada pelos iroqueses.

Geografia:

A cidade localiza-se na Ilha de Montreal, no Rio São Lourenço, incorporando um total de 74 ilhas menores localizadas perto da Ilha de Montreal. Localiza-se a 75 quilômetros leste da província canadense de Ontário, a 150 quilômetros leste da capital do país, Ottawa e a aproximadamente 200 quilômetros sudoeste da capital da província, a cidade de Quebec. As coordenadas geográficas de Montreal são 45°28′Norte e 73°45′Oeste; a altitude média da cidade é de de 57 metros, sendo de 23 metros nas margens do São Lourenço, e de 233 metros no ponto mais alto do Monte Royal.

A Ilha de Montreal possui 50 quilômetros de comprimento por 16 quilômetros de largura, na sua máxima extensão, e uma área de 482,84 km². Por estar numa posição diagonal, os habitantes da cidade possuem um jeito atípico de descrever direções na cidade: o norte da cidade corresponde na verdade à direção nordeste na bússola magnética; o sul da cidade, ao sudoeste magnético, o leste da cidade, ao sudeste magnético, e o oeste da cidade, ao noroeste magnético.

Clima:

O clima de Montreal varia bastante, devido à localização da cidade numa área onde grandes frentes de ar, uma vindo do pólo norte, e outra, dos Estados Unidos, costumam encontrar-se. A instabilidade do tempo é considerada pelos habitantes de Montreal como parte do caráter da cidade.

A precipitação é abudante na região. Aproximadamente 2,4 metros de neve caem anualmente na cidade, e a chuva é abudante ao longo do ano, principalmente no verão, a estação mais úmida da cidade. A remoção de neve das principais ruas e vias expressas da cidade custa a Montreal mais de 50 milhões de dólares canadenses por ano.

O clima de Montreal é temperado, com quatro estações bem definidas e variadas. No inverno, a temperatura média da cidade é de -10,4° Celsius (não incluindo o fator do vento), com mínimas entre -40°C a -10°C e máximas entre 0°C e -25°C. No verão, a média é de 21°C, com máximas entre 23°C a 35°C.

Atrativos:

  Praça Jacques-Cartier
  Velho-porto
  Praça das Artes
  Biodome
  Centro da cidade

Infra-estrutura:

Estão disponíveis, para a população, nada menos que 30 quilômetros de corredores para pedestres. Todas as principais áreas do centro são interligadas por um sistema de passagens para pedestres, túneis, escadas rolantes, que unem os prédios comerciais, áreas de lazer, praças, hotéis, cinemas e outros pontos importantes. São shopping-centers, agências bancárias e outros estabelecimentos comerciais. Tudo debaixo do chão.

Circulam pela Montreal subterrânea aproximadamente 500 mil pessoas por dia. A cidade tem mais de 40 estações de metrô, que cobrem bem a região Através deles chega-se a 2 000 lojas (metade dos estabelecimentos comerciais da cidade), sete hotéis, 10 000 vagas de estacionamento e 80% dos escritórios do centro da cidade. É um labirinto quase indecifrável, mas, ao contrário do que se imagina, ele está repleto de salões e passagens bem projetadas, com iluminação natural e obras de arte. A qualquer hora, perder-se por aqui é um ótimo programa

O exemplo de Montreal vem demonstrar como hoje em dia a arquitetura enterrada pode ser muito bem aplicada, não só devido à sua estética, mas também como modo de adaptação a climas muito severos, como é o caso do clima gélido que se vive no Canadá.


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Para saber mais, procure a Agência-Escola.
 
     


 
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