Lisboa

     
 

 

 
   
     

     
 

História:

           Diz a lenda popular e romântica que a cidade de Lisboa foi fundada pelo herói grego Ulisses, e que tal como Roma o seu povoado original foi rodeado por sete colinas.

Lisboa foi tomada no ano 719 pelos mouros provenientes do norte de África. Em árabe chamavam-lhe al-Lixbûnâ. Só mais de 400 anos depois os cristãos a reconquistariam graças ao primeiro rei de Portugal, Dom Afonso Henriques, e ao seu exército de cruzados, em 1147. O primeiro rei português concedeu-lhe foral em 1179. A cidade tornou-se capital do reino em 1255 devido à sua localização estratégica. A seguir à reconquista foi instituída a diocese de Lisboa que, no século XIV, seria elevada a metrópole (arquidiocese).

Nos últimos séculos da idade média a cidade expandiu-se e tornou-se um importante porto com comércio estabelecido com o norte da Europa e com as cidades costeiras do Mar Mediterrâneo. Em 1290 o rei Dom Dinis mandou estabelecer a primeira universidade de Portugal em Lisboa (que foi transferida para Coimbra em 1308), a cidade então já dispunha de grandes edifícios religiosos e conventual.

Dom Fernando I, "o Formoso", construiu a famosa muralha fernandina, já que a cidade crescia para fora das muralhas. Começando pelo lado dos bairros mais pobres e acabando nos bairros da burguesia, a maior parte do dinheiro que foi utilizado veio desta última. Esta estratégia mostrou-se conveniente, já que de outra forma a burguesia deixaria de financiar a obra.

De Lisboa partiram numerosas expedições na época dos descobrimentos (séculos XV a XVII), como a de Vasco da Gama em 1497. A cidade reforça a sua condição de grande porto e centro mercantil da Europa.

É em Lisboa que se dá a principal revolta que causou a restauração da Independência, em 1640.

No início do século XVIII, no reinado de Dom João V, a cidade foi dotada de uma grande obra pública, extraordinária para a época: o Aqueduto das Águas Livres. A cidade foi quase na totalidade destruída em 1 de novembro de e755 por um grande terremoto, e reconstruída segundo os planos traçados pelo Marquês de Pombal (daí a parte central designar-se por Baixa Pombalina).   Nos primeiros anos do século XIX Portugal foi invadido pelas tropas de Napoleão Bonaparte, obrigando o rei Dom João VI a retirar-se temporariamente para o Brasil. A cidade ressentiu-se e muitos bens foram saqueados pelos invasores. A cidade viveu intensamente as lutas liberais e iniciou-se uma época de florescimento dos cafés e teatros. Mais tarde, em 1879, foi aberta a Avenida da Liberdade que iniciou a expansão citadina para além da Baixa.

Lisboa tornou-se o palco principal de mais revoltas ou revoluções: a implantação da república em 1910, e a Revolução dos Cravos que, em 1974, pôs fim ao regime totalitário que vigorava desde 1928, desde esta data e após a revolução de 1974, Lisboa tem sido governada por um regime democrático.

 

Geografia:

Localizada na margem direita do rio Tejo, junto à foz, a 38º 42´30,5´´ da latitude N e a 9º de longitude O de Greewich e à altitude entre 6 m e 226 m (Monsanto).

A cidade tem cerca de 529.485 habitantes (2004), e sua área metropolitana tem cerca de 3 milhões. O limite da cidade, que corresponde ao concelho, possui 83,84 km² de área. A densidade demográfica é de 6 518,1 hab./km².

O concelho subdivide-se em 53 freguesias e está limitado a norte pelos municípios de Odivelas e Loures, a oeste por Oeiras, a noroeste pela Amadora e a leste e sul pelo estuário do Tejo. Através do estuário, Lisboa liga-se aos concelhos da Margem Sul: Almada, Seixal, Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete. Eclesiasticamente é sede do Patriarcado de Lisboa.

 

Clima:

Lisboa conta com um clima temperado, com uma temperatura média anual que ronda os 17º C, tornando-a uma cidade agradável para visitar em qualquer altura do ano. Os dias de Verão podem-se tornar muito quentes, mas os fins de tarde são sempre agradavelmente frescos. Mais longe do centro da cidade, as brisas do mar mantêm o ar fresco

As temperaturas de Inverno são consideravelmente mais agradáveis em relação às sentidas em outros países da Europa. Apesar de ser pouco provável, pode nevar em Lisboa e a chuva constante nesta estação do ano.

 

Atrativos:

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Oceanário: o maior da Europa, e o segundo do mundo, o museu marinho está localizado no Parque das Nações e foi construído para a Expo 98, ocorrida em Lisboa.

Docas de Lisboa: às margens do Tejo, a região é abriga diversas atrações de vários gêneros. Espaços lúdicos, esplanadas, centros culturais ficam lotados durante o dia. O Centro de Congressos de Lisboa e o Centro Cultural de Belém atraem vários tipos de eventos nacionais e internacionais. A região também é uma das mais badaladas da noite lisboeta.

Torre de Belém: ponto de partida das Naus portuguesas rumo às expedições marítimas, a Torre de Belém é um dos principais marcos de Lisboa. Foi construída sobre o Rio Tejo, por D. João II, para servir como fortaleza.

Bairro Alto: Típico e popular, o Bairro Alto é um paradigma de Lisboa. Suas ruelas e becos abrigam lojas sofisticadas, bons restaurantes, livrarias e um ambiente multicultural que se funde à tradição e a antiguidade.

Chiado: Mais sofisticado ainda é o Chiado, bairro tradicional de Lisboa, freqüentado artistas e intelectuais da cidade. No Chiado ficam alguns dos mais famosos cafés de Lisboa, entre eles o "A Brasileira", bem como as escolas de arte, os teatros, uma grande concentração de lojas e muita história.

Carmo: vizinho ao Chiado, o Carmo guarda alguns pontos importantes da história de Lisboa, como o Convento e a Igreja do Carmo, além do Largo do Carmo, palco da Revolução dos Cravos, de 1974.

Elevador Santa Justa: com mais de 100 anos, o elevador é um marco de Lisboa. Liga o bairro do Carmo a Baixa, e oferece uma vista privilegiada da Baixa Pombalina

Baixa Pombalina: tradicionalmente o centro comercial de Lisboa.  Concentra uma grande quantidade de lojas de vários gêneros, e separa dois pontos imporrtantes de Lisboa, o Terreiro do Paço e a Praça do Rossio.

Terreiro do Paço: ou Praça do Comércio, foi durante 200 anos a sede do Império Português. Imponente, é a mais bela "entrada" de Lisboa, visto que a realeza desembarcava em seus degraus de mármore, debruçam sobre o Tejo.
Em sua parte central foi erguida a estátua de D. José I, obra prima do sec. XVIII, e em sua parte posterior, está o Arco Triunfal da Rua Augusta, a entrada para a Baixa.
Atualmente, abriga alguns ministérios ao seu redor, e é palco de inúmeros eventos.

Castelo de São Jorge: o castelo foi erguido pelos Mouros a mais de 1.000 anos, na mais alta colina de Lisboa. Do alto de suas muralhas tem-se a vista mais bela de Lisboa

 

Infra-estrutura:

Adega do Ribatejo

Localização: Rua Diário de Notícias, 23. Famoso Clube de Fado localizado no Bairro Alto, onde o acesso é fácil para degustar pratos variados de carnes e peixes, entre eles o bacalhau ao som de um legítimo fado português.

Café Martinho da Arcada

Localização: Praça do Comércio, 3. Famoso Café fundado em 1782, freqüentado por intelectuais e executivos. Oferece a da cozinha regional portuguesa, com alguma influência da cozinha francesa.

Michel

Localização: Largo S. Cruz do Castelo, 5 Restaurante em um ambiente agradável que oferece a clássica cozinha portuguesa, com destaque aos pratos à base de filets.

Cervejaria Trindade

Localização: Rua Nova da Trindade, 20 Bons preços e boa cozinha portuguesa são algumas características deste aconchegante restaurante, que possui um agradável jardim, excelente para um jantar no verão

Bonjardim

Localização: Travessa de S. Antão, 11 Conhecido como o "Rei dos Frangos", onde os mesmos são servidos acompanhados de batatas fritas ou saladas.

Fonte: Câmara Municipal de Lisboa, In Lisboa, Ardus Viagens

 




Para saber mais, procure a Agência-Escola.
 
     


 
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