Psicologia Argumento

Documentos obrigatórios

Declaração de Direitos Autorais Modelo de documento
Imagens Opcional-Imagens em 300 DPI formato JPG ou TIFF
Artigo completo -Enviar manuscrito completo em formato .DOC ou .RFT
Documento avaliado pelo parecerista -
Tabelas / Tables Opcional-Arquivos em EXCEL ou JPG/TIF com resolução de 300DPI
Parecer do comitê de ética -
Carta de apresentação -
Registro de ensaio clínico -

Procedimentos de submissão

Todos os artigos devem ser inéditos e não podem ter sido submetidos para avaliação simultânea em outros periódicos. É obrigatório o envio da Carta de Apresentação antes do artigo completo.
A Revista Argumento está de acordo com as normas de qualificação de manuscritos estabelecidas pela OMS, pela American Psychological Association (APA) e pelo International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE). Somente serão aceitos os artigos de ensaios clínicos cadastrados em um dos Registros de Ensaios Clínicos recomendados pela OMS e ICMJE. Trabalhos contendo resultados de estudos humanos e/ou animais somente serão aceitos para publicação se estiver claro que todos os princípios de ética foram utilizados na investigação (enviar cópia do parecer do comitê de ética). Ver item “Procedimentos Éticos”.

• Os trabalhos devem ser digitados em Word for Windows, fonte Times New Roman, tamanho 12, com espaçamento entre linhas de 1,5. A configuração da página deverá ser A4, com formatação de 2,50cm para todas as margens (superior, inferior, esquerda e direita)
• O número máximo permitido de autores por artigo é seis (6).
• As ilustrações (figuras, gráficos, quadros e tabelas) devem ser limitadas ao número máximo de cinco (5), inseridas no corpo do texto, identificadas e numeradas consecutivamente em algarismos arábicos. A arte final, figuras e gráficos devem estar em formato tiff. Envio de ilustrações com baixa resolução (menos de 300 DPIs) pode acarretar na recusa ou em atraso na aceitação e publicação do artigo.
• Os trabalhos podem ser encaminhados em português, inglês ou espanhol.
• Abreviações oficiais poderão ser empregadas somente após uma primeira menção completa. Deve ser priorizada a linguagem científica para os manuscritos científicos.
• Afirmações, opiniões e conceitos expressados nos artigos são de responsabilidade exclusiva dos autores;
• Não serão publicadas fotos coloridas, a não ser em caso de absoluta necessidade e a critério do Conselho Científico.
• Alertamos que a Lista de Referência é critério de recusa ou aceite de artigos.
• Sugerimos a leitura de todas as regras de submissão antes do envio do material completo, a fim de agilizar o processo de aceitação.


TIPOS DE ARTIGOS PUBLICADOS

A Revista Argumento recebe artigos originais, ensaios clínicos, artigos de revisão e resenhas, conforme descrito a seguir.
- Artigos Originais e Ensaios Clínicos (15 a 20 páginas): desenvolvidos a partir de resultado de pesquisa de natureza empírica, experimental ou conceitual, sua estrutura deve conter: Introdução, Materiais e Métodos, Resultados, Discussão, Conclusão, Referências. O texto deve ser elaborado com, no máximo, 6.000 palavras e conter até 5 ilustrações. Os ensaios clínicos devem estar registrados em órgão competente e seu número identificado já no resumo. Por ensaio clínico entende-se uma pesquisa que pretende responder uma pergunta sobre a eficácia de determinada intervenção que pode ser com um medicamento, um produto para a saúde, uma vacina, ou no caso da psicologia uma intervenção psicológica; intervenção.
- Artigos de Revisão (15 a 25 páginas): desenvolvidos a partir de estudos com delineamento definido e baseado em pesquisa bibliográfica consistente com análise crítica e considerações que possam contribuir com o estado da arte (máximo de 8.000 palavras e 5 ilustrações).
- Resenhas (3 a 5 páginas): revisão crítica de livros recém-publicados, com um resumo contendo informações gerais sobre a obra e comentários que possam orientar o leitor quanto a suas características e usos potenciais. Devem ser breves e escritas por especialistas da área. No início do texto deve constar a referência bibliográfica completa da obra, e no final, a assinatura, titulação acadêmica e afiliação institucional do autor da resenha.


CARTA DE APRESENTAÇÃO

Antes de submeter o artigo para apreciação, a Revista Argumento solicita que seja enviada uma CARTA DE APRESENTAÇÃO, contendo os dados a seguir. Todos os itens são obrigatórios.

1. Nome completo e as afiliações de todos os autores e o endereço de contato do autor para correspondência (ver item a seguir "folha de rosto identificada").
2. Tipo de material (artigo original, ensaio clínico, artigo de revisão ou resenha)
3. Indicar se a submissão é para número de fluxo contínuo ou para número temático (indicar qual).
4. Explicar porque acreditam que o artigo submetido é adequado para publicação na Revista Argumento, destacando sua relevância e seus aspectos inovadores.
5. Declaração de que o manuscrito submetido representa um material original, que não foi publicado anteriormente e que não está sendo avaliado para publicação em nenhum outro lugar.
6. Deve constar também que os autores são totalmente responsáveis pelo conteúdo do manuscrito.
7. Enviar número do Parecer do CEP, se for o caso.
8. Outras informações relevantes.

PREPARO DO MANUSCRITO

Após a análise da carta de apresentação, caso o artigo seja de interesse da Revista Argumento, os autores serão liberados para o envio do original. Para agilizar a publicação, solicita-se que todas as instruções sejam seguidas.

A Revista Argumento adota as normas de publicação da APA (Publication Manual of the American Psychological Association/ 6ª edição, 2010). Um guia rápido em português pode ser consultado em Adaptação do Estilo de Normalizar de Acordo com as Normas da APA, disponível em http://www.ip.usp.br/portal/images/stories/manuais/normalizacaodereferenciasapa.pdf .
Para citações, consultar o site: http://www.ip.usp.br/portal/images/stories/manuais/citacoesnotextoapa.pdf

Também pode ser consultado um breve resumo das normas da APA 6ª edição. Disponível em: http://www.apastyle.org/.


NO PREPARO DO ORIGINAL DEVERÁ SER OBSERVADA A ESTRUTURA A SEGUIR.

1. FOLHA DE ROSTO IDENTIFICADA (PÁGINA 1)

1.1. Título do artigo em português (inicial maiúsculo, restante minúsculas – exceto nomes próprios), negrito, fonte Times New Roman, tamanho 14, parágrafo centralizado, subtítulo em letras minúsculas (exceto nomes próprios).
Máximo de 15 palavras.
1.2. Título do artigo em inglês, logo abaixo do título em português, (inicial maiúsculo, restante minúsculas – exceto nomes próprios), em itálico, fonte Times New Roman, tamanho 12, parágrafo centralizado. Máximo de 15 palavras.
1.3. Sugestão de título resumido (máximo 5 palavras)
1.4. Nome completo dos autores, vínculo (aluno, professor, pesquisador de linha de pesquisa) e afiliação institucional (nome da instituição para a qual trabalha), cidade, estado, país e e-mail.

2. FOLHA DE ROSTO SEM IDENTIFICAÇÃO (PÁGINA 2)
2.1. Título do artigo em português (inicial maiúsculo, restante minúsculas – exceto nomes próprios), negrito, fonte Times New Roman, tamanho 14, parágrafo centralizado, subtítulo em letras minúsculas (exceto nomes próprios).
Máximo de 15 palavras.
2.2. Título do artigo em inglês, logo abaixo do título em português, (inicial maiúsculo, restante minúsculas – exceto nomes próprios), em itálico, fonte Times New Roman, tamanho 12, parágrafo centralizado. Máximo de 15 palavras.
2.3. Sugestão de título resumido (máximo 5 palavras)

3. RESUMO e ABSTRACT (PÁGINA 3)
O resumo e o Abstract devem contemplar os tópicos apresentados na publicação. Exemplo: Introdução, Desenvolvimento, Materiais e Métodos, Resultados, Discussão e Considerações Finais. Deve conter no mínimo 100 e no máximo 250 palavras, em português/inglês, fonte Times New Roman, tamanho 11, espaçamento simples e parágrafo justificado.
No caso de ensaios clínicos, o número de registro deve constar antes dos descritores.
Na última linha deverão ser indicados os descritores (palavras-chave/keywords). Para padronizar os descritores, solicitamos utilizar os Thesaurus da área de Saúde (DeCS). O número de descritores desejado é de no mínimo 3 e no máximo 5, os quais devem ser representativos do conteúdo do trabalho.

4. CORPO DO TEXTO (A PARTIR DA PÁGINA 4)
- Introdução: deve descrever os avanços e trabalhos que embasaram a pesquisa, de maneira concisa, e deve finalizar com uma frase que anuncie claramente os objetivos do estudo.
- Materiais e Método: deve incluir informações detalhadas sobre o desenho do estudo, o ambiente de pesquisa, participantes, instrumentos, hipóteses, análises estatísticas, registro de ensaio clínico (quando for o caso), aprovação pelo comitê de ética e procedimentos de obtenção de termo de consentimento informado.
- Resultados: devem ser claros; não é permitida a repetição de dados no texto e em tabelas/figuras.
- Discussão: interpretar os resultados e relacioná-los aos conhecimentos existentes, principalmente os indicados anteriormente na introdução. Esta parte deve ser apresentada separadamente dos resultados.
- Conclusão ou Considerações finais: devem limitar-se ao propósito das novas descobertas, relacionando-as ao conhecimento já existente. Utilizar apenas citações indispensáveis para embasar o estudo.
- Agradecimentos: Deve incluir informações sobre bolsas, financiamento e outros tipos de apoio ao estudo. Alguns autores podem desejar prestar agradecimentos a colaboradores que contribuíram de forma significativa para o manuscrito porém não preenchem critérios de autoria. Obter permissão das pessoas citadas é responsabilidade do autor.
- Declaração de conflitos de interesse: Cada autor deve declarar potenciais conflitos de interesse em geral, e não apenas relacionados ao presente estudo. Exemplos incluem empregos/cargos atuais ou passados, verbas de pesquisa recebidas, honorários de palestrante, participação acionária, serviço prestado como consultor ou conselho consultivo de organizações, entre outros. Estudos que, de alguma forma, envolvam empresas farmacêuticas ou outras entidades privadas ou públicas devem descrever claramente o papel dessas organizações no estudo. Além disso, se o estudo, de alguma forma, envolver compostos farmacêuticos, a declaração de conflitos de interesse deve incluir informações sobre quem ou que instituições realizaram as análises estatísticas, além de um e-mail para a possível obtenção do protocolo.

5. LISTA D REFERÊNCIAS
As referências devem ser limitadas ao menor número possível, sendo o máximo de 30 referências, incluindo neste total até 10% de citações referentes aos próprios autores. No mínimo, 40% do total devem referir-se aos últimos 5 anos. Quando justificados no item 08 (outras informações relevantes) da Carta de Apresentação, estes limites poderão ser revistos pelo Conselho Editorial, por exemplo, nos casos de artigos de revisão histórica. As referências devem ser numeradas consecutivamente na ordem em que aparecem no texto, conforme o sistema da American Psychological Association (APA - 6ª. edição de 2010). Verifique os links indicados no início desta seção.

6. ANEXOS
Utilizar apenas quando contiverem informação original importante ou destaque indispensável para a compreensão de alguma seção do texto. Recomenda-se evitar anexos.


TIPOS COMUNS DE CITAÇÕES NO TEXTO

As citações de autores deverão seguir as normas da APA. Observe, com muita atenção, as normas de citação. Dê sempre crédito aos autores e às datas de publicação de todos os estudos referidos. Todos os nomes de autores, cujos trabalhos forem citados, devem ser seguidos da data de publicação, na primeira vez que forem citados em cada parágrafo. As citações literais com menos de 40 palavras devem ser digitadas normalmente no texto, entre aspas. A pontuação vai antes do fechamento com aspas. O número da página da qual a citação foi retirada deve ser indicado entre parênteses. Citações com 40 ou mais palavras devem ser apresentadas em bloco próprio, sem itálico e sem aspas, em espaço duplo, começando em nova linha, com recuo de espaços da margem, na mesma posição de um novo parágrafo.

A citação direta deve ser exata, mesmo se houver erros no texto original. Se isso acontecer e correr o risco de confundir o leitor, acrescente a palavra [sic], sublinhado e entre colchetes, logo após o erro. A omissão de parte do texto de uma fonte original deve ser indicada por três pontos (...). A inserção de material, tais como comentários ou observações, deve ser feita entre colchetes. A ênfase numa ou mais palavras deve ser feita com fonte sublinhada, seguida de [grifo(s) nosso(s)].

Todas as citações secundárias devem informar a referência original. Evite, no entanto, sempre que possível, utilizar citações secundárias, especialmente quando o autor original pode ser recuperado com facilidade. Todavia, caso seja imprescindível, informe: sobrenome do autor, a data, o nome do autor que faz a citação original e a data da publicação do estudo.

Citação de depoimentos ou entrevistas com sujeitos de pesquisa, com menos de 40 palavras são inseridos no corpo do parágrafo, em itálico e com aspas. Com 40 palavras ou mais devem vir em recuo como citações bibliográficas, porém em itálico.

A Equipe Editorial da Revista Psicologia em Estudo recomenda que os autores revisem seu texto, observando a existência de relação entre as seções e subtítulos utilizados. Parágrafos de frase única devem ser evitados pois fragmentam o texto. Salienta-se que os objetivos do estudo devem ser claramente explicitados no início do texto, remetendo à revisão da literatura existente na área e aos procedimentos metodológicos. Todos os autores citados no texto devem ser listados na seção de Referências. Apenas as obras consultadas e mencionadas no texto devem aparecer naquela seção.

- Exemplos de citação de artigo de autoria simples

1. Citação literal
O sobrenome do autor é explicitado em todas as citações, indicando o ano e a página conforme exemplo a seguir:
Ex.: “Embora faça parte da natureza, dela o homem diferencia-se por criar suas próprias leis e traçar seu destino” (Boarini, 2000, p. 6).
Ex.: Segundo Boarini (2000) “Embora faça parte da natureza, dela o homem diferencia-se por criar suas próprias leis e traçar seu destino” (p. 6).

2. Citação conceitual

O sobrenome do autor é explicitado em todas as citações, indicando somente o ano conforme exemplo a seguir:
Ex.: Yamamoto (1996), entende que o período entre os anos 1973-74, no Brasil, registra um momento importante na alteração de rumo da política... [mantenha o nome do autor e omita o ano em citações subseqüentes dentro de um mesmo parágrafo]

Obs.: Independentemente do número de autores da obra, sempre que houver uma citação literal, esta deve vir acompanhada do(s) nome(s) do(s) autor (es), ano e página(s).

- Exemplos de citação de artigo de autoria múltipla

1. Dois autores
Una os sobrenomes em uma citação com múltiplos autores no texto corrente pela palavra "e". Em material apresentado entre parênteses, em tabelas e cabeçalho de figuras e na lista de referências, ligue os nomes com o símbolo "&".
Ex.: (autores como parte no texto): Para Klein e Linhares (2007) as características da gravidade de saúde neonatal estão relacionadas com análise das trajetórias do desenvolvimento das crianças prematuras.

Ex.: (autores que não fazem parte do texto). As características da gravidade de saúde neonatal estão relacionadas com análise das trajetórias do desenvolvimento das crianças prematuras (Klein & Linhares, 2007).

2. De três a cinco autores
Na primeira citação, o sobrenome de todos autores é citado. Da segunda citação em diante só o sobrenome do primeiro autor é explicitado, seguido de "et al" e o ano.
Ex.: (autores como parte no texto): Os fatores ambientais para Silva, Santos e Gonçalves (2006) podem dar diferentes formatos ou moldar aspectos do comportamento motor na vida do lactente.

Ex.: (autores que não fazem no texto): Os fatores ambientais para podem dar diferentes formatos ou moldar aspectos do comportamento motor na vida do lactente (Silva, Santos, & Gonçalves, 2006).

A partir da segunda vez que ocorrer a citação: Silva et al. (2006) afirmam que (...).

3. Seis ou mais autores
No texto, desde a primeira citação, só o sobrenome do primeiro autor é mencionado, seguido de "et al", exceto se este formato gerar ambigüidade.

Na seção Referências, qualquer que seja o número de autores, todos devem ser relacionados.

- Exemplos de citação de trabalho discutido em uma fonte secundária

1. O trabalho usa como fonte um trabalho discutido em outro, sem que o trabalho original tenha sido lido (por exemplo, um estudo de Flavell, citado por Shore, 1982). No texto, use a seguinte citação:
Flavell (citado por Shore, 1982) acrescenta que estes estudantes ...
Na seção de Referências informe apenas a fonte secundária, no caso Shore, usando o formato apropriado.

- Exemplos de citação de obra antiga reeditada

1. Autor (data da publicação original / data da edição consultada). Ex.: Franco (1790/1946).


ORIENTAÇÕES QUANTO ÀS REFERÊNCIAS

Utilize espaço simples nessa seção, com espaço duplo para separá-las. As referências devem ser citadas em ordem alfabética pelo sobrenome dos autores. Em casos de referência a múltiplos estudos do mesmo autor, utilize ordem cronológica, ou seja, do estudo mais antigo aos mais recentes desse autor. Nomes de autores não devem ser substituídos por travessões ou traços.

A segunda linha de cada referência deve ser recuada em 5 espaços (no Word, formate parágrafo com deslocamento de 0,68 cm). Revise as normas da revista, cuidadosamente, antes de preparar sua lista. Observe que os sobrenomes dos autores são colocados apenas com a primeira letra em maiúsculo.

Exemplos de tipos comuns de referência

1 Relatório técnico
Vieira Filho, N. G. (1997) Prática terapêutica em psicologia clínica: análise do circuito institucional (relatório de bolsa de pesquisa) Brasília: CNPq.

2. Trabalho apresentado em Evento Científico, mas não publicado.
Haidt, J., Dias, M. G. & Koller, S. (1991, fevereiro). Disgust, disrespect and culture: moral judgement of victimless violations in the USA and Brazil. Trabalho apresentado em Reunião Anual (Annual Meeting) da Society for Cross Cultural Research, Isla Verde, Puerto Rico.

3. Trabalho apresentado em Evento Científico com resumo publicado em anais
Oliveira, C. B. E., Araújo, C. M. & Almeida, L. S. (2010). A atuação da Psicologia Escolar na Educação Superior: algumas reflexões [Resumo]. In International Conference Learning and teaching in Higher Education, 1 (p. 108). Évora: Universidade de Évora.

Yamamoto, O. H., Silva, F. L., Medeiros, É. P. & Câmara, R. A. (1999). A configuração da Psicologia no Rio Grande do Norte: formação e prática profissional. [Resumo]. Em Sociedade Brasileira de Psicologia (Org.), Resumos de comunicações científicas. XXIX Reunião Anual de Psicologia (p. 187). Campinas: SBP.

4. Teses ou dissertações não publicadas
Domingues, E. (2001). O movimento dos trabalhadores rurais sem terra (MST): contribuições da psicanálise. Dissertação de Mestrado Não-Publicada, Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo.

5. Livros

Mello Neto, G. A. R. (2003). Angústia e sociedade na obra de Sigmund Freud. Campinas: Unicamp.

6. Capítulo de livro.
Di Loreto, O. D. M. (2002). Patologia da vida psi cotidiana: o cotidiano na vida de um clínico psi. In M. L. Boarini (Org.), Desafios na atenção à saúde mental (pp. 93-133). Maringá: EDUEM.

7. Livro traduzido, em língua portuguesa
Badinter, E. (1985). Um amor conquistado: o mito do amor materno. (W. Dutra, Trad.). Rio de Janeiro: Nova Fronteira. (Original publicado em 1980).

8. Tradução de um artigo ou capítulo de um livro editado, volume de um trabalho em múltiplos volumes, trabalho republicado
Freud, S. (1996). Sobre os fundamentos para destacar da neurastenia uma síndrome específica denominada “neurose de angústia”. In J. Strachey (Ed. e J. Salomão, Trad.), Edição Standart Brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud. (Vol. 3, pp. 91-117). Rio de Janeiro: Imago. (Original publicado em 1895).

9. Artigo em periódico científico
Rauter, C. (2001). Notas sobre o tratamento das pessoas atingidas pela violência institucionalizada. Psicologia em Estudo, 6(2), 3-10.
Informar número, entre parêntesis e em seguida o volume, apenas quando a paginação reinicia a cada número (e não a cada volume, como a regra geral)
Tourinho, E. Z. (1987). Sobre o surgimento do behaviorismo radical de Skinner. Psicologia, 13 (3), 111.

10. Obras antigas com reedição em data muito posterior
Franco, F. de M. (1946). Tratado de educação física dos meninos. Rio de Janeiro: Agir (Original publicado em 1790).

11. Obra no prelo
Não forneça ano, volume ou número de páginas até que o artigo esteja publicado. Respeitada a ordem de nomes, é a ultima referência do autor.
Boarini, M. L. (Org.), (no prelo). Higiene e raça como projetos : higienismo e eugenismo no Brasil. Maringá : EDUEM.

12. Autoria institucional

Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (2010). Dislexia: subsídios para políticas públicas. São Paulo: Autor.

13. Documento Eletrônico
Paim, J. S., & Almeida Filho, N. (1998). Saúde coletiva: uma “nova saúde pública” ou campo aberto a novos paradigmas? Revista de Saúde Pública, 32 (4) Recuperado em 11 fevereiro, de 2000, de http://www.scielo.br/pdf/pe/v32n4/a2593.pdf

14. CD-ROM
Tolfo, S. (1999). Trabalho, inovação e participação: um estudo multicase em empresas do setor metal-mecânico do Rio Grande do Sul [CD-ROM]. In Encontro Anual da ANPAD, 23. São Paulo: Portifólio.

15. LEGISLAÇÃO
Lei nº 10.216, de 6 de abril de 2001. (2001, 6 de abril).Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. Brasília, DF: Presidência da República: Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Recuperado em 20 junho, 2009, de http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/leis_2001/l10216.htm.

Resolução Nº 196, de 10 de outubro de 1996. (1996, 10 de outubro). Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Brasília, DF: Ministério da Sáude, Conselho Nacional de Saúde.

Fundamental consultar a síntese das normas da APA referidas no início das instruções, antes de submeter o texto.